Olha lá no canto superior direito do blog aquela descrição daquele menino ali. Isso mesmo, quando o Amigo Colorido começou a dar conselhos de relacionamento um dos motivos foi uma paixão platônica que eu vivenciei na adolescência. Mas sempre há uma solução melhor para a dor, e foi exatamente com essa fantasia toda que eu mudei totalmente a minha maneira de enxergar os relacionamentos das pessoas. Sabe aquela paixão insana que você constroi na sua cabeça? Aquela que a gente sente mas não consegue demonstrar? E se demostra, tem uma só direção,  e ela não volta pra você. É a platônica.

Nos conselhos eu sempre costumo reforçar, quando a pessoa gosta de você e quer ficar com você, ela vai atrás. Não tem essa de: ‘’aí ele não tá me notando porque não estou me esforçando o bastante.’’ Pode ser até falta de esforço em alguns casos, mas pode ter certeza de que se uma pessoa tiver que chamar a atenção da outra ela vai chamar.

Existe aquela paixãozinha que meia galera da escola ou da faculdade já sabe, porque você fala dele, ou dela para todo mundo. Mas no fim, o que falta é você chegar e demostrar para a pessoa que está a fim. Eu sempre fui platônico, vixe…desde os meus 15 anos quando eu ainda estava confuso em relação a minha sexualidade. Eu achava que estava movendo mundos e céus  mas na verdade não estava fazendo nada. Depois veio o primeiro cara que me apaixonei, nos meus 18 anos, virou tudo de cabeça para baixo, e ligou um turbilhão de sentimentos aqui dentro que eu nem sabia que existia.

Não se culpe por fantasiar muito, pois isso é um sentimento normal. Era tudo o que eu conseguia sentir na época pois antes disso eu não havia sentido nada ainda, tudo tem sua primeira vez né? Meus primeiros amores foram platônicos, e aprendi muita coisa com eles, inclusive agir e parar de esperar que as coisas e os sentimentos aconteçam. É necessário aquele empurrãozinho da gente mesmo, aquele convite pra tomar uma no bar, aquela pizza de forno a lenha na esquina. Oportunidade não falta, é a gente que foge delas por medo de se machucar.